Publicado por: Mari - twitter.com/mari_palma | setembro 1, 2010

És do Brasil o clube mais brasileiro!

“Tanto tempo se passou e até hoje eles não sabem o que é ser gavião. Ah, que bobos… Gavião não é aquele que ostenta apenas uma camisa. Gavião é aquele que torce. Torce, acima de tudo, com a alma, com o coração.”

Para começar, um aviso: se você não é corintiano, não vai entender o que eu vou escrever aqui, portanto não leia.

Hoje o Corinthians completa um século de vida. São 100 anos de história ao lado da torcida mais contagiante, aquela torcida que nunca abandona. Eu acompanho isso há apenas 21 anos e ainda não consegui medir o tamanho da minha paixão pelo Timão.

É um sentimento indefinido que não cabe dentro do peito. É sufocante, desesperador, maravilhoso. Ser corinthiano é nunca parar de amar, nunca parar de acreditar, nunca parar de gritar. É estar acima dos outros, acima de apenas vitórias ou derrotas, é viver o Corinthians.
O torcedor vive o Corinthians e é feliz por isso.

Dizem que corinthiano sofre mais e eu concordo. O sofrimento é proporcional ao amor que sentimos e não há amor maior que o nosso. Esse amor que nos leva a todos os cantos do Brasil, que nos faz sair de casa à meia noite de uma terça-feira para comemorar, que nos faz rir, chorar, roer as unhas, perder a voz.

Tenho orgulho de ser Corinthians. E sei que todos vocês, gaviões, sentem o mesmo. Sei que todos vocês me entendem e sinto por aqueles que não fazem parte disso. Sinto por aqueles que, por inveja da nossa grandeza, torcem tanto pelo nosso fracasso. Mas que torçam! Quanto mais odiarem o nosso Timão, maior ele ficará.

Hoje, então, parabenizo meu Corinthians pelos 100 anos de história. Amo, idolatro, respeito, defendo e torço desde sempre e para sempre. Parabéns ao bando de loucos. Que nossa loucura continue cada vez mais invejada!

E VAI, CORINTHIANS!

Publicado por: Mari - twitter.com/mari_palma | janeiro 7, 2010

Lockerz.com

Esse blog estava às moscas. Que horror, Mariana. Mas eu voltei por uma boa causa (e porque sou uma boa namorada). Momento propaganda: vocês conhecem o Lockerz? Não? Pois eu acho que vocês deviam conhecer. O site foi desenvolvido pela ex-executiva da Amazon.com, Kathy Savitt, e é um projeto bem interessante. Ao se cadastrar, você participa de um jogo e ganha pontos (PTZ). Esses pontos podem ser conquistados através de vários joguinhos, enquetes, downloads, que você faz no próprio site. Quanto mais pontos você tiver, melhor. Você pode trocar esses pontos por prêmios que vão de um pen-drive em formato de pizza (sim, meu namorado trocou e chegou na casa dele, É REAL MINHA GENTE!) até um Wii, Playstation, Ipod and so on.

Lembrando que você só pode entrar no Lockerz ao ser convidado por alguém. Então quem quiser, deixa o email aí nos comentários que eu arranjo um convite pra vocês, ok? ;)

Publicado por: Mari - twitter.com/mari_palma | agosto 25, 2009

Imagine.

John LennonPara onde olhavam aqueles olhos pequenos e despretensiosos? As lentes arredondadas escondiam um olhar aparentemente tranqüilo, porém revolucionário e sonhador. Dizia que viver era fácil de olhos fechados, por isso os mantinha sempre abertos – a dificuldade não era obstáculo para sua incessante busca pela paz. Sonhava em mudar a realidade da época em que vivia e, para isso, utilizava sua voz como instrumento. A mesma paz que buscava, transmitia quando cantava.

     Não conseguia se expressar se não fosse pela música. Usava o canto como um grito de liberdade, alcançava a mais alta nota como se quisesse ser ouvido até do outro lado do mundo. Sua voz não era a mais bela, mas a mais verdadeira. Suave e agressiva ao mesmo tempo, tinha um som anasalado – talvez por causa do nariz comprido e irregular.

     Os cabelos finos e compridos cobriam a cabeça que se inundava de pensamentos e angústias. Nunca cortou os fios, talvez para manter aquecidos seus ideais. Sua mente guardava um humor ácido e uma personalidade complexa. Até Jesus Cristo foi alvo de suas palavras incompreendidas.

      Não, não era ateu. Acreditava em Deus, mas não como todos os outros. Para ele, Deus era uma usina de força como uma usina elétrica, um poder supremo, nem bom nem ruim, nem de esquerda nem de direita, nem preto nem branco. Para ele, Deus apenas era. Complexo de entender, mas assim era a maioria de seus pensamentos.

      Revoltava-se com o fato de viver em um mundo em que tinha de se esconder para fazer amor enquanto a violência era praticada em plena luz do dia. Queria mudar isso do seu jeito. A política adotada, além da música, era o bom humor. Orgulhava-se de ser o palhaço, pois dizia que as pessoas sérias eram aquelas que matavam e destruíam nas guerras.

      Seu rosto tranqüilo e indefeso contrariava sua atitude agressiva. Os dentes cerrados fechavam a pequena boca como quem não tinha nada a dizer. Na verdade, tinha muito a dizer. Considerava-se um sonhador, mas sabia que não era o único. Com a companhia do violão, queria gritar poder para as pessoas. Queria juntar um exército em busca de um bem comum. No fim, tudo o que John Lennon tinha a dizer era: dê uma chance à paz. 

Publicado por: Mari - twitter.com/mari_palma | fevereiro 21, 2008

Incrível como a vida prega peças. Pode parecer clichê e, acredite, eu sempre tento fugir do clichê, mas dessa vez eu não consegui. O improvável se tornou o mais provável possível, o mais certo, o melhor.

Esse improvável que eu nunca pensei que eu fosse julgar o melhor de todos. Bom? Sim, isso sempre achei, mas não o melhor. É aí que eu digo de novo que a vida nos guia para um caminho que não tem como fugir.

Nesse caminho, nós encontramos pessoas que nos surpreendem, sentimentos inesperados… aqueles que aparecem do nada e nós não sabemos o que são e nem o que fazer com eles. Até hoje não sei bem o que é se apaixonar. Cada vez eu sinto que é diferente, que é melhor. Talvez porque, com o tempo, eu fui aprendendo a administrar bem esse sentimento, esse frio na barriga, essa moleza nas pernas, aquele sorriso bobo…

É sempre bom sentir uma saudade absurda, uma vergonha de olhar nos olhos, enfim… todas aquelas coisas mínimas que, quando apaixonados, nós julgamos as melhores do mundo. Nada substitui um abraço apertado, um beijo na testa ou aquela surpresa que nos deixa sem ter o que falar.

 Eu ainda não sei bem o que eu sinto, mas eu sei que é real e é… bom. Muito bom, inclusive. Como eu vi alguma vez não-me-lembro-onde: se for paixão o que eu estou bebendo, encha o meu copo ;)

Publicado por: Mari - twitter.com/mari_palma | janeiro 8, 2008

Tinha uma vida como a do jornalista: não havia hora para nada”

[JR., Reali - Às Margens do Sena]

Quem liga?

Como diria a Marília Gabriela: a profissão de jornalista é uma aventura paga.

E eu acho fascinante.

Publicado por: Mari - twitter.com/mari_palma | dezembro 7, 2007

Desafio.

O espaço em branco na tela me desafia sempre. Por mais que eu goste, nunca é fácil preenchê-lo. Demoro minutos, horas, dias. Apago, escrevo de novo, releio e volto a apagar. É, não é fácil. Mas… quem disse que seria?
Eu gosto do desafio.

Criei o blog para me desafiar todos os dias a escrever sobre nada, mas ao mesmo tempo, sobre tudo. Já me deparei inúmeras vezes criando textos na minha cabeça que, sabe-se lá por qual motivo, acabei não passando para o papel.
Problema resolvido.

Agora aguenta coração.
Como já disse: senta que lá vem história.

Publicado por: Mari - twitter.com/mari_palma | dezembro 6, 2007

Oi.

You scream,

I scream,

We all scream

For ice-cream.

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