Incrível como a vida prega peças. Pode parecer clichê e, acredite, eu sempre tento fugir do clichê, mas dessa vez eu não consegui. O improvável se tornou o mais provável possível, o mais certo, o melhor.
Esse improvável que eu nunca pensei que eu fosse julgar o melhor de todos. Bom? Sim, isso sempre achei, mas não o melhor. É aí que eu digo de novo que a vida nos guia para um caminho que não tem como fugir.
Nesse caminho, nós encontramos pessoas que nos surpreendem, sentimentos inesperados… aqueles que aparecem do nada e nós não sabemos o que são e nem o que fazer com eles. Até hoje não sei bem o que é se apaixonar. Cada vez eu sinto que é diferente, que é melhor. Talvez porque, com o tempo, eu fui aprendendo a administrar bem esse sentimento, esse frio na barriga, essa moleza nas pernas, aquele sorriso bobo…
É sempre bom sentir uma saudade absurda, uma vergonha de olhar nos olhos, enfim… todas aquelas coisas mínimas que, quando apaixonados, nós julgamos as melhores do mundo. Nada substitui um abraço apertado, um beijo na testa ou aquela surpresa que nos deixa sem ter o que falar.
Eu ainda não sei bem o que eu sinto, mas eu sei que é real e é… bom. Muito bom, inclusive. Como eu vi alguma vez não-me-lembro-onde: se for paixão o que eu estou bebendo, encha o meu copo

Esse cara tem muita sorte!
Você escreve muito bem!
para qual jornal você trabalha?
Por: Rodrigo em fevereiro 21, 2008
às 10:20 pm
Olá Mariana!
é primeira vez que visito essa página
mas sinceramente gostei muito
vc escreve muito bem parabéns!!
beijos
Por: Camilla em fevereiro 26, 2008
às 7:32 am